Nómada - Jaume Plensa



Rui Chafes - Sem o teu nome, Ferro, 1996.

“Na sequência dos resultados obtidos nas primeiras edições do simpósio, a Câmara Municipal decidiu criar em 1996 o Museu Internacional de Escultura Contemporânea. A estrutura orgânica do Museu, para além do pessoal afecto conta com a colaboração do escultor Alberto Carneiro e do professor e critico de arte Gérard Xuriguera.”
“A implementação do projecto do Museu compreende, para além da realização dos simpósios, um conjunto de outras actividades de carácter lúdico e pedagógico, em interligação com outros projectos com uma vertente socio-económica mais profunda.”
(texto extraído do sítio da Câmara Municipal de Santo Tirso)


Neste vídeo, podemos observar alguns dos pormenores plásticos desta intervenção.



As chapas de aço para além do seu peso inerente (várias toneladas) são colocadas em posições de desiquilíbrio, com o intuito de suscitar e provocar no observador um conjunto de sensações, que transcendem a mera apreciação estética. Isto significa, que as obras só se completam quando são experienciadas, e a sua riqueza artística constrói-se precisamente nessa interacção. Na verdade, só é possível ter a percepção da grandeza das suas obras, quando percorremos os caminhos traçados pelo artista. A experiência chega a ser perturbadora quando exploramos o interior das suas esculturas, e nos deparamos com sentimentos temor e hesitação perante a inconstância do peso brutal das suas formas. Richard Serra sugere um verdadeiro desafio aos nossos sentidos e percepção do mundo, ao permitir que possamos habitar a escultura, interagindo com o próprio corpo.

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“Amor” faz parte de uma série que se tornou a imagem de marca deste artista, um verdadeiro ícone da arte da década de 60. Estas obras já estiveram expostas no espaço urbano de cidades como Filadélfia, Nova Iorque, Bilbau ou Madrid. A mostra pode ser vista até dia 29 de Fevereiro e foi o resultado de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa, a EDP e o Instituto de Turismo de Portugal e tem como objectivo principal a integração da arte na vida quotidiana da cidade.